LET IT BE
"Inteligente é aquele que sabe a hora de parar de dar corda pra uma coisa que não tem mais futuro."
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Eu já tentei parar entendeu? Mas não dá. Eu já tentei esquecer o que aconteceu entre nós. Já tentei esquecer que chorei, mas sei houveram sorrisos em dobro. Já tentei esquecer as brigas, mas sei que houveram mais momentos de felicidade. Mas vai ser, e está sendo difícil te esquecer.

Ei pequena, decepção não marca hora não. Principalmente depressão. Vê se passa um pó nesse seu rostinho de choro, e trata de por uma camisa com manga comprida. Não deixe os outros saberem que nós, mulheres, somos fracas. Que ficamos horas olhando pro telefone esperando “ele” dar sinal de vida. Que temos calafrio só quando vemos o som da mensagem. Que choramos de noite por coisas que nem nós mesmas entendemos. Garota, seja forte. Não se corte. Não chore. Não desista da sua vida.

Os mais belos sorrisos estão naqueles que já se machucaram algum dia, e não desistiram de ser felizes.

Não posso mais esconder que não estou bem. Ando privando dos meus próprios amigos, o que realmente estou sentindo. Venho colocando o meu sorriso no rosto, só para esconder as lágrimas que caem pela noite. Comecei a ocultar numa frase, muitas dores. Comecei a ter um mundo só meu, um mundo de segredos. Ninguém percebeu. Ninguém ao menos sentiu uma diferença. Tinha um medo muito grande de perder certas pessoas. Pessoas que cuidavam de mim. Que se importavam com cada detalhe meu. E acabei perdendo. Tinha um medo grande de ficar sozinha, sem ter alguém que realmente me entenda. Alguém com quem eu pudesse contar meus segredos, meus sonhos, minhas manias. E agora, não tenho mais esperanças para sair desse labirinto sem fim. Esse labirinto de medos, e inseguranças. (27agosto)

Minha mão era tão pequeninha perto da mão dele. Meu sorriso era tão simples diante do dele. E a sua camisa, mesmo enorme, ficava boa em mim. E o perfume, de tão bom, parecia que grudava em mim. Nós eramos tão iguais. Tão completos. Tão nós. Completávamos as frases um do outro. Tínhamos tantas coisas em comum. O nosso coração batia na mesma frequência. E quando digo nosso coração, é porque havia se tornado apenas um. Quando nos abracávamos, e eles se encontravam, podia sentir perfeitamente, claramente, que ele me amava. Não sei o porque daquilo, mas ele tinha o poder de me deixar feliz, de me fazer sorrir. Mas pra que saber? Já bastava eu poder sentir aquilo.

Sabe aquele sorriso idiota que quando você é praticamente impossivel não rir? Sabe aquelas coisas bobas que só aquela pessoa sabe fazer e que só você ri? Sabe quando você ouve uma música que marcou um momento e ao ouvi-la fica com uma enorme vontade de voltar no tempo e reviver aquilo tudo muitas vezes?




